Meu cachorro tem pavor de fogos. E agora?

June 30, 2017

 

 

    Tenho uma forte suspeita que você que está lendo este artigo já teve que lidar com essa situação alguma vez. E provavelmente, seja lá qual for a atitude que você tomou para amenizar a fobia do seu cão, até hoje você não sabe se fez o melhor que pôde.

 

    E para orientar pessoas como você, que tem Pets e que zela pelo bem-estar desses queridos, vamos dar algumas dicas bastante práticas, e que com certeza ajudarão seus cães a passarem pelos períodos de festas de Fim e Meio de Ano com muito menos angústia.

 

    Primeiro quero falar sobre o problema, depois do comportamento tanto do pet quanto de seu dono em relação ao problema, então faremos uso desses dados para usá-los a favor de nosso objetivo aqui.

 

 

 

O Problema:

    A situação é a seguinte: Seu pet está tranquilo, ora dormindo, ora brincando, ora latindo. De repente percebe-se clarões; barulhos e centelhas que caem do céu, tudo ao mesmo tempo, num piscar de olhos, e nem sempre dá para saber quando vai acabar. Se pudéssemos nos colocar no lugar do nosso cãozinho poderíamos acrescentar outros questionamentos do tipo: O que é isso? Por quê isso está acontecendo? De onde vem?

 

    Acrescente a isso o fato de que a audição do cachorro pode chegar a ser 7 vezes mais sensível que a do ser humano, quer dizer, barulhos que jamais nos daremos conta são claramente percebidos por eles, e se o barulhos de fogos de artifício alcançam decibéis impossíveis de serem desprezados para os nossos ouvidos, para o dos cães isso Chega a ser uma tortura.

 

 

 

A reação do Pet:

    Os cães sentem-se mais seguros e protegidos em espaços pequenos, por isso quando uma situação dessas ocorre ele buscará refúgio debaixo da cama, atrás de móveis, dentro da casinha e até mesmo no colo de seu dono.

 

 

 

 

A reação do Dono:

    Muitas vezes é comum que o dono procure-o para fazer carinho, comunicando-se com uma voz mais suave e até infantil, achando que com isso irá tranquilizá-lo. Mas isso não ajudará o seu cão.

 

 

 

 

Entendendo o problema:

1 - Não é possível impedir a queima de fogos, até porque essa tentativa traria mais estresse ainda.

2 - Também não é possível ir contra a natureza sensível da audição do cão.

É em torno desses dois aspectos que orbitam o X da questão. Portanto, vamos por fim equacionar esse problema.

 

Superando o problema:

    Se por instinto seu cão procurará lugares pequenos para se refugiar nestes momentos, então assegure que ele os tenha, e que sejam de fato bem confortáveis (se possível pequeno o suficiente para que caibam).

 

    Domesticar um animal e trazê-lo para tua casa, e com isso torná-lo um pet, não significa apenas tirá-lo de seu habitat natural, é preciso que ele se adapte ao novo ambiente; aprendendo a lidar com todos os conflitos que terá que enfrentar, sem vê-los de forma hostil.

 

    Por exemplo: um cão selvagem, que tenha nascido e ainda viva solto na natureza, jamais aceitará passear contigo, ainda mais através de uma coleira.Imagine então se esse passeio for numa avenida movimentada! Também não irá te pedir carinho, e se você se aproximar muito seguramente ele irá te atacar.

 

    Enfim, nossos Pets passam por estas e outras tantas situações com muita naturalidade porque este foi um comportamento aprendido, a exposição a esse tipo de situações fez com que eles de adaptassem com muita naturalidade. E este principio deve ser usado em relação aos fogos de artifício.

 

    É interessante que cachorros que cresceram em ambientes com muita poluição sonora são menos sensíveis aos fogos, logo, o que “é preciso que gradativamente nossos pets se acostumem a que até então os apavoram”.

 

    Basta buscar algum vídeo no youtube, ou em outra fonte de sua preferência, em que você possa deixar o áudio a uma altura tolerável por seu cão (comece baixinho, e um dia após outro você aumenta um pouco mais), durante alguns minutos ao dia. Cada vez menos ele estranhará esse barulho. Nesses momentos não faça carinho e nem tente protegê-lo, apenas aja com naturalidade, o contrário pode dar a entender que esse barulho é uma ameaça e com isso você estará reforçando ao seu pet que ele precisa de refúgio quando um barulho assim ocorrer.

 

       Para concluir:

  1. Nesses momentos deixe seu cão solto, jamais acorrentado.

  2. Você não deve fazer carinho pelos motivos citados acima, mas também não o deixe sozinho.

  3. Se você mora em um apartamento mantenha a porta fechada. Se mora em uma casa então tranque o portão, evitando assim que ele fuja.

 

 

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